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Ansiedade social: todos a conhecemos em algum grau

Todos nós já experimentamos ansiedade social em algum grau: falar em público, participar de reuniões, fazer uma prova oral, entrar em um restaurante cheio ou até abordar alguém por quem sentimos atração. São experiências comuns e fazem parte da vida.

A diferença está na intensidade.
Na fobia social, a ansiedade ultrapassa limites proporcionais e passa a comprometer a rotina, restringindo a vida pessoal, acadêmica, social e profissional.

Alguns exemplos de pensamentos e medos recorrentes:

  • “Vou ser ridicularizado ao me aproximar de alguém.”

  • “Vou esquecer tudo durante a apresentação.”

  • “As pessoas vão reparar em cada erro e me julgar.”

  • “Se eu defender minha opinião, vão me achar agressivo ou inadequado.”

No Japão, esse sofrimento é potencializado pelo medo de causar desconforto aos outros, não apenas de ser o centro das atenções. Essa diferença cultural dá origem ao quadro denominado Taijin Kyofusho.